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Hambúrguer com vinho? Perfeita combinação!

Dicas para esse casamento ser ainda mais gostoso!

Apesar de ser mais comum vê-los acompanhados por refrigerantes e cervejas, hambúrgueres se dão muito bem quando servidos ao lado de uma taça de vinho. Além da combinação saborosa, o vinho é uma ótima opção digestiva para carnes e alimentos gordurosos.

O reverastrol e o tanino, componentes do vinho, são ótimos agentes desengordurantes, tanto para o paladar quanto para as artérias. Para fazer a melhor harmonização entre o vinho e o hambúrguer, anote essas dicas:

Vinhos brancos combinam com hambúrgueres de frango, com queijo suíço, cheddar ou Brie. Vão bem também com cogumelos grelhados. O Chardonnay é uma boa pedida! Para hambúrgueres de peixe, a Sauvignon Blanc é uma ótima combinação. Lembre-se que a harmonização não deve ser feita apenas com as carnes mas também com os ingredientes que a acompanham, como salsa e os molhos picantes. E para esses, o vinho branco é a nossa sugestão.

Vinhos tintos, que possuem o reverastrol, são os que mais combinam com hambúrgueres de carnes mais gordurosas como as carnes de boi, cordeiro e porco. Boas pedidas são os tintos elaborados com Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional e Tempranillo.

Os sabores da Merlot e Carménère fazem uma deliciosa combinação com cebolas fritas, pimentão e cogumelos.

Tin-tin e bom apetite!

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Festa Junina: Vinho quente

Uma das festas mais tradicionais do Brasil é celebrada em volta de uma fogueira para espantar o frio da ocasião. O mês de junho e julho (afinal, Festa Julina já é quase oficial) é a época do ano em que as temperaturas mais caem no nosso país. Então é hora de comer comidas gostosas, usar vestidos enormes, chapéu, dançar animadamente em volta da fogueira e se deliciar com bebidas quentinhas.

Uma delas é o Vinho Quente, preparado com vinho tinto seco ou suave. No meio de correios elegantes e prisões providencias, a bebida aquece não apenas o corpo mas o coração.

Receita Vinho Quente

Para 20 pessoas:

2 litros de vinho tinto (seco ou suave)
3 xícaras de água
2 xícaras de açúcar
2 maçãs picadas
2 xícaras de abacaxi picados
Cravo em pau
Canela em pau

Em fogo alto, misture água e açúcar em uma panela. Adicione canela e cravo e tampe a panela e ferva por 10 minutos. Adicione vinho e, assim que aumentar a fervura desligue o fogão para não perder o teor alcóolico da bebida. Adicione suas frutas prediletas e caminho da roça!

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Maria Maria: Vinhos de Minas Gerais

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Quando o cantor e compositor mineiro Milton Nascimento passou por Três Pontas, no sul de Minas Gerais, na época em que o parreiral da Fazenda Capetinga estava sendo implantado, Milton brincou com Eduardo Junqueira Nogueira Junior:  “Eduardinho do céu, você é doido. Nunca ouvi falar em plantar uvas aqui no Sul de Minas ’’. Desde aquele momento, o nome do projeto foi decidido.

Acervo: Vinícola Maria Maria
Acervo: Vinícola Maria Maria

Em 2006, Eduardo, quinta geração de uma tradicional família de cafeicultores do Sul de Minas Gerais, decidiu iniciar o projeto de seu próprio vinhedo após receber a recomendação médica devido a um ataque cardíaco sofrido por ele: uma taça de vinho tinto por dia! Assim, as mudas foram encomendadas e, no final de 2009, as primeiras videiras foram plantadas na Fazenda Capetinga, em Três Pontas, no Sul de Minas. Em 2009 foram plantados 5,2 hectares com as variedades Syrah, Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc.

maria-maria-sryahEm 2012 foi realizado mais um plantio de syrah devido ao destaque produtivo e qualitativo que as plantas apresentaram na fazenda. E atualmente o parreiral é composto de 12 hectares, sendo: 6 hectares de Syrah, 2,5 hectares de Sauvignon Blanc, 2,5 hectares de Chardonnay (para a produção de espumante) e 1 hectare de Cabernet Sauvignon.

Situado no município de Boa Esperança – MG, as vinhas foram plantadas sob latossolo vermelho, com alta fertilidade. O clima na região é bem definido com inverno seco e verão chuvoso. A média pluviométrica é de 1.400 mm anuais. Vale salientar que a região tem a cafeicultura como base de sua economia, sendo que o parreiral encontra-se cercado por cafezais.

Os primeiros vinhos foram obtidos da safra de 2012 da variedade syrah e em 2013 mais 3 vinhos foram produzidos, tinto e rose da uva syrah e um vinho branco da uva sauvignon blanc.

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Acervo: Vinícola Maria Maria

Outro ponto curioso em relação aos vinhos, é que cada vinho vai ter o nome de uma mulher, e como na criação de cavalos e gado, se dará na ordem alfabética esta nomeação. Por exemplo, na primeira safra, os vinhos se chamaram Agda (syrah 2013), bisavó de Eduardo; Ada (branco 2013), tia avó de Eduardo e Anne (rosê 2013), sua cunhada. E assim vão continuar os nomes, na safra 2015 serão 2 vinhos Bel (branco 2015) e Bia (tinto 2015).

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Teste cego: você aceita este desafio?

Na Expovinis foi realizado o teste cego de um vinho para os participantes dizerem de qual país de procedência e também a sua uva!

O RED BUTECO DE VINHOS gosta MUITO de bons e deliciosos desafios e, por isto, propõe a você vir nos visitar e depois a nos contar qual sua percepção do vinho brasileiro! Bom proveito!

Rua Mourato Coelho, 1.160 – Vila Madalena – São Paulo – SP

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Maximo Boschi: vinho brasileiro de guarda

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Daniel e Renato. Acervo: Maximo Boschi

A Vinícola Maximo Boschi, localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, traz uma das mais diferenciadas propostas entre os produtores de vinho brasileiro: elaborar e levar à nossa taça vinhos de guarda de altíssima qualidade. A história se inicia com o tradicional DNA italiano que carrega vinho em seu sangue! Assim, Renato Antônio Savaris, neto da família, se fez enólogo e depois sócio-fundador da vinícola Maximo Boschi, a partir do fruto do sonho de seu avô em elaborar os próprios vinhos.

 

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Vinhedos Maximo Boschi. Acervo da vinícola

Renato Antônio Savaris e Daniel Dalla Valle – dois enólogos apaixonados pelos vinhos de guarda elaborados no velho continente – plantaram suas uvas e, no ano de 2000, houve a primeira colheita da vinícola, com uvas em plena maturação. Como o projeto consistia em elaborar vinhos de guarda, com estas uvas especialmente maturadas, o vinho desta vindima começou a ser comercializado apenas no ano de 2005, quando a trajetória comercial da vinícola iniciou.
Inicialmente, Daniel e Renato elaboravam apenas vinhos tranquilos, hoje a linha conta com espumantes de alta gama, com períodos entre 12 e 36 meses de maturação e vinhos que são comercializados, em média, após 10 anos da colheita das uvas que o elaboraram. A arte e o encantamento, juntamente com a dedicação para o cultivo de uvas ideais, guiam a Vinícola Maximo Boschi e seus autores na elaboração de vinhos brasileiros longevos.

gil_2944A vinícola conta com 60% de uvas de produção própria. São em torno de seis hectares plantados em Bento Gonçalves, divididos entre as uvas Merlot, Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico. Os 40% restantes são produzidos por produtores parceiros assistenciados pela vinícola, das regiões da Campanha Gaúcha, Serra do Sudeste e Campos de Cima da Serra. Dentre as uvas adquiridas dos produtores encontram-se as variedades Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay. Os vinhos de guarda da vinícola são elaborados exatamente com as uvas da Campanha Gaúcha e pequenas quantidades de Campos de Cima da Serra, adquirida junto a produtores parceiros.

Atualmente a vinícola conta com duas linhas: Maximo Boschi, que carrega a essência da vinícola em elaborar vinhos e espumantes de guarda; e Boschi, vinhos que buscam expressar o terroir da Serra Gaúcha de maneira purista – vinhos sem o uso de carvalho e
espumantes mais jovens e refrescantes. São três rótulos de vinhos e três de espumantes na linha Maximo Boschi e três rótulos de espumantes e um de vinho na linha Boschi.

A vinícola conta com um espaço no Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves, dedicado apenas a elaboração e expedição dos produtos. Apesar de não contar com espaço turístico, pode-se visitar a empresa mediante agendamento via canais de contato disponíveis no site da vinícola (www.maximoboschi.com.br).

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Rompendo barreiras: 3 dicas para curtir vinhos

O RED BUTECO DE VINHOS selecionou 3 dicas (praticamente leis para nós do RED) para você apreciar ainda mais o vinho brasileiro, sentir-se mais familiarizado e romper qualquer barreira!

1.Temperatura do vinho: ambiente ou “gelado”?
Dica 1 já é uma polêmica: vinhos tintos na temperatura ambiente: da primavera e na sombra da Europa, fica realmente perfeito! A indicação de temperatura para servir que quase todos os rótulos trazem dizendo se melhor beber a 15, 16, 17… graus o vinho tinto ou 8, 9, 10 o vinho branco seguramente irá deixar a experiência mais prazerosa.

Portanto: balde com AGUA e (no máximo) 1/4 de gelo deixará a sua garrafa na temperatura ideal em questão de poucos minutos. Depois é só aproveitar o momento!

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RS: Lidio Carraro Rio 2016 Rosé

2. Vinho sem rolha (aquele com tampa de rosca) não deve ser muito bom…
Vamos ao fato: rolha de cortiça serve para manter a garrafa fechada e ainda proporciona o vinho uma certa respiração. Enquanto a tampa de rosca serve para manter a garrafa fechada e livre da oxidação também! A grande diferença é que a rolha de cortiça poderá proporcionar ao vinho mais tempo de guarda enquanto a tampa de rosca já foi feita para vinhos que são feitos para se beber jovens (ou seja, vinhos gostosos, de safras bem recentes, e que estão prontos para beber!).

3. Espumante é ótimo para celebrar, para esbanjar e para festejar!
100% verdade e além disto acrescentamos: ótimo para beber todos os dias com as mais variadas refeições e pratos brasileiros. Pois os espumantes brasileiros, além de ultra reconhecidos mundo afora, são vinhos com boa acidez e com gás carbônico (claro, as borbulhas… perlage!). E acidez com borbulhas significam versatilidade na boca e ótima capacidade de limpeza das papilas gustativas! Experimente espumante brasileiro nos seus jantares da semana e nos conte o quanto combinou!

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Casa Perini: vinhos de Farroupilha

Vínicola Casa Perini. Acervo: Casa Perini
Vínicola Casa Perini. Acervo: Casa Perini

A vinícola Casa Perini está localizada na Serra Gaúcha, sub-região do Vale Trentino, em Farroupilha, Rio Grande do Sul. Sua história iniciou em 1876 com a chegada da família Perini ao Brasil.

Em 1929, o filho de imigrante italiano João Perini começou a elaborar seus primeiros vinhos de forma artesanal no porão de sua casa, quando os fornecia para cerimônias festivas da comunidade local, no Vale Trentino, em Farroupilha. Quatro décadas após o patriarca iniciar sua modesta produção seu filho, Benildo Perini, viria a promover mudanças maiores.

“Em outubro de 1970 resolvi ampliar os negócios da família, fundando a Casa Perini. Motivado e apaixonado por transformar a uva em vinho, busco a cada ano aperfeiçoar a vinícola com equipamentos, tecnologia e equipe qualificada, pois sem uma equipe profissional a arte de elaborar vinhos perde criatividade e talento. E o que seria de qualquer arte sem esses elementos?”

A  Casa Perini utiliza o sistema de espaldeiras em forma de “Y”, no qual a livre circulação de ar e a maior incidência de raios solares sobre as vi­deiras proporcionam uvas com grande concentração de açúcares e matérias corantes, indispensáveis para à elaboração de vinhos de qualidade superior.  Além disto, a região de Farroupilha recebeu recentemente a Indicação de Procedência para a uva Moscato, o que afirma que a região é especialista em produzir está variedade, este reconhecimento foi aprovado pela OIV (Organização Internacional do Vinho e da Vinha).

Espaldeiras em forma de Y. Acervo: Casa Perini
Espaldeiras em forma de Y. Acervo: Casa Perini

Com uma extensa linha de produtos, a vinícola tem como destaque em sua produção os vinhos das uvas: Merlot, Moscato, Cabernet Sauvignon, Tannat, Chardonnay, Pinnot Noir, Marselan, Barbera, entre outras – ao todo são 92 hectares de vinhedos próprios – o que coloca a vinícola entre as maiores do Brasil.

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Entre os rótulos de maior destaque estão: Perini Quatro (Vinho ícone), a linha Casa Perini Espumantes (Brut, Brut Rose, Prosseco, Demi-sec, Moscatel, Moscatel Rose Aquarela e Casa Perini 18 meses 1.5L), Linha Fração Única (Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay) e Osaka (vinho rose).

 

Familia Perini. Acervo: Casa Perini
Familia Perini. Acervo: Casa Perini

 

“Meu pai sempre enfatizou que o valor real da terra existe quando associado ao trabalho árduo ao longo dos anos. É, sem dúvida, um legado que carrego e busco perpetuar “Benildo Perini (Fundador e Diretor da Casa Perini).

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Você está de férias. Seu bom gosto, não!

Não é porque o mundo decidiu se jogar na música “Deu onda” segurando uma breja gelaaaada tatuando sobrancelha de henna na praia, que você tem que fazer o mesmo. Se você não quiser, claro.

Ainda vivemos num país livre, Ufa!!! Você tem sinal verde para se deliciar de sua bebida favorita, mesmo se estiver fazendo sensação térmica de 62 graus, (homenagem a turma de Cabo-Frio) sem ar condicionado, no meio da praia, em qualquer lugar.

“- Vinho? No calor?”  “– Tá maluco?”  “- Que frescura!” Claro que os donos destas falas não conhecem vinho como nós, então seguem aí umas dicas para você não desmaiar desidratado, mas sem precisar abandonar sua bebida predileta:

Espumante: As bolhas de espumante combinadas com iscas de peixe, salmão e azeitonas são uma ótima pedida pra esses dias de um sol pra cada um. Ah, claro, o que não pode faltar é um balde grande com gelo!

Vinhos brancos refrescam à distância, tanto um Chardonnay quanto um Sauvignon Blanc.

Os vinhos rosés, que já entendemos que quem tem preconceito com eles é a turma do “vinho no verão não pode”, são deliciosos nestes dias que parece que moramos em Mercúrio. Além de refrescar, tem uma cor que combina com a estação deixando suas fotos mais incríveis ainda. #nofilter

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RS: Capoani uva Gamay

E até vinhos tintos, por que não? Vinhos tintos leves podem ser sim uma boa pedida em altas temperaturas. A dica é mantê-los em um balde com água fresca. Nossa dica é o GAMAY da CAPOANI, de Monte Belo do Sul, no Rio Grande do Sul.

Brinde o verão do seu jeito!

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Vinho faz bem para a pele

Poucas pessoas sabem que os flavonoides presentes no vinho são base de muitos produtos de beleza. Eles evitam o envelhecimento precoce pois combatem os radicais livres que colaboram com o surgimento de rugas.

Por isso, tomar uma taça de vinho por dia ajuda na beleza da pele e, também,  dos cabelos.

Só que o que ainda menos pessoas sabem é que o vinho é bom diretamente na pele. Isso mesmo, máscara de vinho!

Entenda o motivo:
A água, que representa 80% do vinho, é a melhor base de um cosmético.
10 a 20% desta água possui o etanol e glicerol que atuam como antissépticos.
8% do vinho é composto por ácidos, que agem como microesfoliantes que deixam a pele lisa e macia.
O vinho contém taninos, que são ativos antioxidantes que evitam a formação de radicais livres sobre a pele.
E quase 15 % do vinho são açucares, que são hidratantes naturais.

Como fazer a máscara:
½ xícara de chá de vinho tinto de qualidade
½ xícara de chá de água fria
1 sachê de gelatina sem sabor

Misture gelatina na água e leve ao fogo brando. Mexa bastante até dissolver e não deixe ferver.  Retire do forno, espere esfriar e adicione o vinho. Mexa até que ele se misture completamente. Coloque na geladeira por 15 minutos. Antes de aplicar, limpe bem o rosto e o deixe totalmente seco.

Após aplicação, espere 30 minutos. Importante lembrar que a remoção tem que ser feita com água fria.

Opte por aplicar a máscara à noite, já que é recomendável não se expor ao sol depois da aplicação.

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Bolhas para refrescar: boas pro corpo e pro bolso

Depois de se esbaldar no Natal e no Ano Novo, seria incrível se pudéssemos fazer como os nossos amigos do hemisfério norte: esconder nossos excessos por baixo de casacos e sobretudos. Aqui no Brasil (olha que loucura!),  depois das festas, pernis, rabanadas, panetones, é hora de tirar os biquínis e sungas do armário e por pra fora o nosso corpinho num solzão de matar!

Não que estejamos aqui cultuando o corpo perfeito e a ditadura da beleza, mas todos nós gostamos de nos sentir bem e, principalmente, leves e saudáveis. Por isso, para não ganhar (mais) quilinhos neste verão, sem deixar de se hidratar e se refrescar, uma ótima opção é trocar bebidas supercalóricas pelas bolhas dos espumantes brasileiros.

Combinados com comidas leves como peixe, com seu teor calórico baixo, o espumante faz bem pro pulmão, coração, pressão e ajuda a manter o peso. Em doses moderadas, tá, gente?

Nossa, mas e a taxa de importação? E o dólar altíssimo? E a crise? E o Trump??? A boa notícia é que o Brasil é referencia mundial em qualidade dos espumantes. Rótulos nacionais dão de mil em muitos espumantes impronunciáveis, tanto no sabor, quanto no valor.

Assim como as praias, espumante brasileiro não tem igual.

Dicas RED:

Araucaria Poty Brut
Espumante método tradicional POTY – Araucária PR
Rio Sol Rose
Espumante Rosé Brut – Rio Sol PE
Angus Extra Brut
Espumante extra brut – Guatambu RS