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Saiba porque o branco não significa pureza nem nos vestidos de noiva, muito menos em sua taça de vinho

Nossa sociedade ocidental costuma relacionar a cor branca com pureza. Desde vestidos de casamentos, que sugerem que as noivas são puras e virgens, até dizer que determinado vinho branco é totalmente puro.

Vinhos brancos puros não existem. Prova disso é que os brancos são divididos em 4 grandes categorias:

  • Vinhos brancos frescos: sem passar por carvalho, leves e revigorantes, porém sem serem doces.
  • Vinhos brancos terrosos: secos, mais encorpados, com característica bastante terrosa.
  • Vinhos brancos aromáticos: caracterizados pelo aroma e sabor intensos e podem ser secos ou meio secos.
  • Vinhos brancos ricos e acarvalhados: meio-secos ou secos, encorpados e com características de carvalho acentuada.

Ah! E o vestido de noiva? Não pense que estou falando que o branco não significa pureza porque as noivas de atualmente não valorizam tanto mais a virgindade. É por uma questão histórica mesmo.

Antigamente, os vestidos de casamento eram como os vinhos; vermelhos, rosas, verdes, e foi a Rainha Victória, em 1840, querendo ser diferente, que escolheu um vestido branco para se casar com o Príncipe Albert. Ela só queria uma cor que não fosse comum em vestidos de noiva e, naquela época, era a branca. Até hoje essa escolha influencia nossa sociedade.

O que o vinho tem a ver com o vestido? Nada! Apenas serve de alerta: Não compre conceitos pré-fabricados. Faça como a Rainha Victória e saia do óbvio experimentando 4 tipos de vinhos brancos NACIONAIS!

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No Carnaval, combine música brasileira com vinho nacional!

Poucas pessoas que eu conheço assumem que não resistem ao ritmo do axé baiano. Se você discorda, provavelmente não temos muitos amigos em comum. No entanto, misteriosamente, Salvador é o destino mais procurado no Carnaval, inclusive pelos meus conhecidos.

E atrás do trio estão os roqueiros, os sambistas, a galera do pop, do hip hop, do rep, do funk, do eletrônico, enfim, pessoas de todos os estilos tiram o pé do chão na folia. E você já viu alguém se divertir em uma festa sem gostar da música?

Claro que isso não acontece porque é Carnaval. Não acontece porque as pessoas vestem fantasias, mas sim porque elas se despem de seus preconceitos e se abrem para o diferente e só assim a música consegue envolver, contagiar, emocionar e surpreender.

O Red então, convida você, na maior festa do Brasil, a dar uma oportunidade para o seu companheiro de folia ser um vinho nacional. E claro, como a nossa música, a nossa festa, a nossa alegria, ele é diferente. E essa diferença que faz dele tão especial!

Clique aqui e faça a sua festa!

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Saiba quando sacudir, balançar ou girar, seu vinho, na folia!

A instabilidade climática no Brasil tem seus benefícios. Em muitos locais, o carnaval é uma festa de muito sol durante o dia, e chuvas acompanhadas de friozinho, à noite. Sendo assim, você pode curtir no mesmo dia um espumante refrescante e sentir o aconchego aquecido que só um tinto oferece.

No entanto, para que deixemos os micos se resumirem apenas às fotos publicadas na net, seguem algumas dicas sobre quando se deve sacudir, balançar e girar um bom vinho.

Girar o vinho antes de sentir o aroma é um ritual bastante comum. O motivo disso é que ao gira-lo você aumenta a intensidade olfativa liberando seus compostos aromáticos. Você percebe que o líquido se desconcentra e ocupa as paredes da taça, expandindo sua superfície exposta ao ar. No entanto, não é todo vinho que deve ser girado. Vinhos espumantes, por exemplo, não devem!!!

Falando em espumantes, não é necessário dançar “Vai sacudir, vai abalar” antes de abrir cada um. Apesar do que se costuma fazer, abrir um espumante não exige que se balance e sacuda a garrafa, acerte o olho de alguém com a rolha nem dê um banho nas pessoas que estiverem próximas. Pelo contrário! Uma garrafa de champanhe, por exemplo, tem mais gás acumulado que um pneu de carro! Deixe o abalou, abalou, sacudiu, balançou para a Ivete e não jogue fora grande parte do líquido nem desfaça de suas deliciosas borbulhas… Não desperdice o melhor da festa. É carnaval, não Fórmula 1.

Sugestões, ao lado, para animar a sua festa!

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O vinho, bebida historicamente oficial do carnaval – Entenda o motivo

Deus do vinho sagrado e do Carnaval profano!

Você sabe quem foi o deus grego Dionísio? Nunca ouviu falar? Ajudaria se eu dissesse que ele era filho de Zeus com sua amante, a princesa Sêmele? E que ele passou sua vida fugindo de sua madrasta, Hera? Ainda não, né?

Pois ele não foi o único fruto desse adultério. Criado longe da cidade, em uma caverna, Dionísio descobriu que ao espremer uma fruta – uvas maduras – ele conseguia um líquido gostoso que o deixava feliz: o vinho.

Quando percebeu o bem que a bebida o causava, decidiu apresentá-la para o máximo de pessoas possível. Atravessou a Ásia ensinando o que o cultivo da uva era capaz de fazer. Assim, de filho bastardo, ele passou a ser cultuado como o deus do vinho!

De volta a Tebas, onde nasceu, Dionísio promovia festas que eram cultos a si mesmo. Essas comemorações foram crescendo e deram origem ao que nós chamamos de Carnaval!

Dionísio era um ser contraditório. Deus do vinho – a bebida mais sagrada da maioria das religiões – e o pai da festa mais profana de todas, e que você não sabia quem era mas que, com certeza, tem a gratidão de todos seja pela festa, pelo feriado ou pelo vinho!

Seguem, ao lado, sugestões de vinhos para que você homenageie Dionísio, nesse Carnaval, com um belo brinde.

 

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Vinhos e antidepressivos, anti-inflamatórios e ansiolíticos

O álcool age no nosso sistema nervoso central, sendo assim ele pode potencializar ou reduzir os efeitos de outras drogas de ação cerebral.

Em relação a antidepressivos, analgésicos e anti-inflamatórios há a questão que, dependendo do tipo de medicamento, ele pode ou não ser ingerido com bebida alcoólica, por isso é importante consultar direitinho o seu médico.

No caso do ansiolítico: não! Não! Não! Usados para tratamento de insônia e ansiedade, a combinação benzodiazepínicos e álcool é a mais perigosa de todas! Pode causar sedação, falta de memória e perda de coordenação. Ou seja, um prato cheio para acidentes.

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O par perfeito: Espumante e passeio em 4×4

“A Vinícola Geisse foi fundada em 1979, pelo engenheiro agrônomo e enólogo Mario Geisse, chileno que veio para o Brasil em 1976, contratado para dirigir a Moët & Chandon do Brasil. Logo nos primeiros anos percebeu que aqui existia um potencial incrível e ainda não desvendado para se desenvolver a elaboração de produtos de alta qualidade, principalmente em matéria de espumantes, que ele considerava ser a grande vocação da região.” (cavegeisse.com.br)

A equipe da Red Buteco passou uma manhã na vinícola e teve a oportunidade de conhecer seus vinhedos, passeando em um 4×4 pela propriedade e assim entendemos porque a vinícola produz um dos melhores espumantes brasileiros.

Em Pinto Bandeira (logo ao lado de Bento Gonçalves – RS) encontramos o terroir ideal para o cultivo das uvas pinot noir e chardonnay que produzem espumantes de excelente qualidade. O cuidado que a equipe do Sr. Mario Geisse tem com todo o processo de produção justifica o resultado final de seus produtos.

Ao longo do passeio pudemos degustar um dos rótulos-chave da vinícola, o Cave Geisse Brut, um espumante com 24 meses de guarda, elaborado através do método tradicional e com indicação de procedência de Pinto Bandeira.

Se você quer conhecer mais sobre a vinícola e seus produtos ai vão as dicas:
– Agende um dia de passeio junto a equipe da vinícola através do website http://www.cavegeisse.com.br
– Veja os vídeos que a equipe da Red Buteco preparou para você no YouTube:

https://youtu.be/JTVE5RZdrb0

– Receba e deguste os rótulos selecionados pela Red Buteco em sua casa.

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