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Hambúrguer com vinho? Perfeita combinação!

Dicas para esse casamento ser ainda mais gostoso!

Apesar de ser mais comum vê-los acompanhados por refrigerantes e cervejas, hambúrgueres se dão muito bem quando servidos ao lado de uma taça de vinho. Além da combinação saborosa, o vinho é uma ótima opção digestiva para carnes e alimentos gordurosos.

O reverastrol e o tanino, componentes do vinho, são ótimos agentes desengordurantes, tanto para o paladar quanto para as artérias. Para fazer a melhor harmonização entre o vinho e o hambúrguer, anote essas dicas:

Vinhos brancos combinam com hambúrgueres de frango, com queijo suíço, cheddar ou Brie. Vão bem também com cogumelos grelhados. O Chardonnay é uma boa pedida! Para hambúrgueres de peixe, a Sauvignon Blanc é uma ótima combinação. Lembre-se que a harmonização não deve ser feita apenas com as carnes mas também com os ingredientes que a acompanham, como salsa e os molhos picantes. E para esses, o vinho branco é a nossa sugestão.

Vinhos tintos, que possuem o reverastrol, são os que mais combinam com hambúrgueres de carnes mais gordurosas como as carnes de boi, cordeiro e porco. Boas pedidas são os tintos elaborados com Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional e Tempranillo.

Os sabores da Merlot e Carménère fazem uma deliciosa combinação com cebolas fritas, pimentão e cogumelos.

Tin-tin e bom apetite!

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Teste cego: você aceita este desafio?

Na Expovinis foi realizado o teste cego de um vinho para os participantes dizerem de qual país de procedência e também a sua uva!

O RED BUTECO DE VINHOS gosta MUITO de bons e deliciosos desafios e, por isto, propõe a você vir nos visitar e depois a nos contar qual sua percepção do vinho brasileiro! Bom proveito!

Rua Mourato Coelho, 1.160 – Vila Madalena – São Paulo – SP

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Rompendo barreiras: 3 dicas para curtir vinhos

O RED BUTECO DE VINHOS selecionou 3 dicas (praticamente leis para nós do RED) para você apreciar ainda mais o vinho brasileiro, sentir-se mais familiarizado e romper qualquer barreira!

1.Temperatura do vinho: ambiente ou “gelado”?
Dica 1 já é uma polêmica: vinhos tintos na temperatura ambiente: da primavera e na sombra da Europa, fica realmente perfeito! A indicação de temperatura para servir que quase todos os rótulos trazem dizendo se melhor beber a 15, 16, 17… graus o vinho tinto ou 8, 9, 10 o vinho branco seguramente irá deixar a experiência mais prazerosa.

Portanto: balde com AGUA e (no máximo) 1/4 de gelo deixará a sua garrafa na temperatura ideal em questão de poucos minutos. Depois é só aproveitar o momento!

faces rose
RS: Lidio Carraro Rio 2016 Rosé

2. Vinho sem rolha (aquele com tampa de rosca) não deve ser muito bom…
Vamos ao fato: rolha de cortiça serve para manter a garrafa fechada e ainda proporciona o vinho uma certa respiração. Enquanto a tampa de rosca serve para manter a garrafa fechada e livre da oxidação também! A grande diferença é que a rolha de cortiça poderá proporcionar ao vinho mais tempo de guarda enquanto a tampa de rosca já foi feita para vinhos que são feitos para se beber jovens (ou seja, vinhos gostosos, de safras bem recentes, e que estão prontos para beber!).

3. Espumante é ótimo para celebrar, para esbanjar e para festejar!
100% verdade e além disto acrescentamos: ótimo para beber todos os dias com as mais variadas refeições e pratos brasileiros. Pois os espumantes brasileiros, além de ultra reconhecidos mundo afora, são vinhos com boa acidez e com gás carbônico (claro, as borbulhas… perlage!). E acidez com borbulhas significam versatilidade na boca e ótima capacidade de limpeza das papilas gustativas! Experimente espumante brasileiro nos seus jantares da semana e nos conte o quanto combinou!

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Por que o brasileiro não toma o próprio vinho?

Ando me indagando muito a respeito do fato do Brasil ganhar tantos prêmios internacionais atestando a qualidade dos seus vinhos e, mesmo assim, os brasileiros o consumirem tão pouco.

Para buscar respostas, resolvi analisar 4 variáveis: hábito, região, clima e qualidade.

HABITO: Em minhas pesquisas, e também mesmo sem estatísticas profissionais, observei que não temos o hábito de beber tanto vinho. Outras bebidas fazem muito mais parte das mesas dos brasileiros, basta observar.

Rio Sol Reserva Tinto
Vinícola portuguesa, produção em Pernambuco – R$ 60,00

A média per capita nacional de consumo de vinho é de 2 litros por ano. Se analisarmos separadamente, esta média aumenta e muito. Como no Rio Grande do Sul que, em média, 9 litros de vinho são consumidos por pessoa/ano. E na Serra Gaúcha, tradicional produtora de vinhos, a média sobe para 25 litros por pessoa.

REGIÃO: Pode se pensar que onde se produz vinho, se consome mais. Só que poucos sabem que o Brasil produz vinhos no Sul de Minas, em Goiás, nos interiores de São Paulo e Santa Catarina, no Paraná e no Nordeste. Sim! No Nordeste!!! Na divisa de Bahia e Pernambuco!

CLIMA: Mesmo assim, é fato que a média muda por região. Seria o clima? Também não me convenceu muito. Pensamos em sul do país e nos vem imagem de frio, mas também se faz temperaturas altíssimas por lá. Ontem mesmo a previsão para o RS era máxima de 37 graus!!

Além disso, os espumantes são ótimas opções para tempos quentes.

Cave Geisse Terroir Rose Brut
Cave Geisse, a vinícola ícone e mais premiada por sua qualidade – R$ 150,00

QUALIDADE: Falando em espumantes, chega a lógica que menos faz sentido pra mim. Muitas pessoas dizem que como o Champagne não há. Ok. O Champagne é o número 1. No entanto, o espumante brasileiro não fica atrás, como muitos acreditam, e está ganhando cada vez mais destaque pelo mundo. O nosso espumante tornou-se aposta de muitos especialista que ele dividirá o pódio com o primo francês.

Cabral, consultor de vinhos do Pão de Açúcar, afirma que daqui há 30 anos o espumante brasileiro será um dos dois melhores espumantes do mundo, acompanhado pelo Champagne.

Mesmo com prêmios e apostas, há quem continue entortando o nariz. Para entender melhor, fui então analisar a bebida queridinha do Brasil. Não, nem fui na cerveja, fui no café mesmo! O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, e o segundo maior consumidor da bebida. Só que, de acordo com matéria do Uol Economia Agronegócio, das 47 milhões de sacas consumidas, só 5 milhões possuem alto padrão de qualidade. A matéria afirma que o Brasil, comprovadamente, aceita baixo padrão e qualidade no café. Na bebida que ele toma todo o santo dia!!!, várias vezes ao dia.

Pizzato Chardonnay
Servido na classe executiva da KLM e exportado para Estados Unidos, Reino Unido e Holanda

É muito comum falarmos – indignados – que produzimos o melhor grão de café, exportamos, e depois não conseguimos pagar pelo nosso próprio produto!

Mas então pera aí. Produzimos uns dos melhores cafés, os exportamos e consumimos os piores. E tudo bem. Mas os vinhos que produzimos, exportamos, ganham prêmios, são servidos em eventos no mundo todo, a gente vira o nariz? Quando a qualidade é atestada no Brasil e no exterior, a gente, mesmo assim, quer o que vem de fora?

É… continuei sem entender quem torce o nariz antes de conhecer. Só que durante o tempo que escrevo esse texto, as vendas dos vinhos brasileiros aumentam. Inclusive a sua produção. Se bobear, já estou defasada em relação ás estatísticas. Cada vez mais o brasileiro está tendo o hábito do espumante em praias e clubes, por exemplo. Aos poucos, as pessoas vão conhecendo nossos tintos, brancos e rosés, sim!, produzimos, também, os três, além dos famosos espumantes!!!

E se você ainda não se convenceu, venha conversar com a gente em nossa loja e gastrobar a partir do dia 27/04/2016, e entender porque apostamos fichas e sonhos no nosso vinho nacional!

Se está com pressa, a nossa loja virtual está á sua disposição. Preços justos e entrega rápida!

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Dica da semana: Você já conhece a uva Gamay?

Dal Pizzol Gamay Beaujolais
RS: Dal Pizzol uva Gamay

Uma das garrafas mais queridas da loja RED BUTECO DE VINHOS brasileiros é da vinícola Dal Pizzol da uva Gamay, produzida no distrito de Farias Lemos, em Bento Gonçalves. É um vinho tinto seco e frutoso, de corpo leve e campeão de vendas e de sorrisos de satisfação tanto entre mulheres como homens que vem à nossa loja.

Recentemente nos foi indicada uma nova garrafa também de Gamay, porém com taninos mais suaves, da Vinícola Capoani, também elaborada no Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. A equipe RED está ansiosa para conhecer e poder apresentar o novo rótulo a todos seus clientes e amigos.

Abaixo um texto de um dos maiores especialistas em vinho do Brasil – ÁLVARO CÉZAR GALVÃO – que seguramente irá auxiliar você a conhecer mais sobre esta uva francesa que vem fazendo enorme sucesso em nossa loja de vinhos brasileiros em São Paulo.

Os vinhos da região de Beaujolais são ótimos para o clima brasileiro, quente o ano todo

Quem nunca provou um Beaujolais Nouveaux, um vinho que ganhou o mundo em virtude de uma boa cartada de marketing, e que vem melhorando muito em qualidade, precisa faze-lo.

Sempre na terceira quinta-feira do mês de Novembro este vinho é lançado ao mesmo tempo em todo o mundo consumidor, onde se lê e ouve a frase: Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!

Mas não só de Nouveau vive a demarcação Beaujolais que tem além desta a, Beaujolais Villages, e os 10 Crus: Fleurie, Morgon, Moulin-à-Vent, Brouilly, Chénas, Côte de Brouilly, Régnié, Chiroubles, Juliénas, Saint-Amour.
Veja http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=207

Inter Beaujolais, que representa os 2.800 produtores da região, e que iniciou em 2012 um programa para promoção dos Vinhos do Beaujolais no Brasil, mostrando os terroirs distintos da região para os tintos varietais da casta Gamay, e que originam vinhos frutados e moderadamente tânicos, estarão presentes na Expovinis Brasil 2016 com os stands 71/72.

Os vinhos tintos do Beaujolais podem ser classificados por três tipicidades, segundo o próprio Inter Beaujolais, seguindo suas características definidas pelas análises sensoriais.
Os finos e perfumados (Brouilly, Chiroubles, Fleurie, Régnié, Saint-Amour).
Os intensos e generosos (Chénas, Côte de Brouilly, Juliénas, Morgon, Moulin-à-vent).
Os frutados e gastronômicos (Beaujolais branco, Beaujolais rose, Beaujolais tinto, Beaujolais Villages branco, Beaujolais Villages rose, Beaujolais Villages tinto).

Os crus du Beaujolais se degustam no próprio ano de sua safra a partir do dia 15 de Dezembro, mas ficam melhores se dermos à eles um descanso em garrafa de alguns meses, entrando pelo início do ano seguinte à safra, em geral após a Páscoa.
Alguns envelhecem bem, mas em geral é bom não guarda-los por mais de 7 a 10 anos, pois dependerá de cada safra e de cada denominação particular.

Os Beaujolais nouveaux e Beaujolais-Villages nouveaux se apreciam dos 12°C, uma temperatura na qual as definições gustativas e aromáticas são ótimas.

Os Beaujolais e Beaujolais-Villages se degustam, a 13°/14°C, mais refrescados que os Cru Beaujolais, sendo estes degustados ao redor dos 15º C ou pouco mais, a depender de quanto tempo estejam engarrafados, pois se mais “velhinhos”, podemos deixar a temperatura um pouco mais para cima, sem problemas.”

www.divinoguia.com.br

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Jeito certo: Taça, temperatura, música e luz!

Há quem diga que cada tipo de vinho demanda um tipo de taça. E realmente algumas marcas especializadas colocam este conceito em prática, como a austríaca Riedal que tem em sua coleção mais de 400 modelos. Outra variável que todos sabem que é determinante para o sabor é a temperatura certa para cada tipo de vinho. Só que pesquisadores de Oxford garantem que a luz e a música também interferem na percepção da bebida.

Considerado o maior experimento multissensorial do mundo, o teste proposto pelo pesquisador Charles Spance pôs em prova que a luz e os ritmos musicais interferem no consumo ao servir, em Londres, 3 mil pessoas com vinho tinto em uma taça preta e iluminação que alterava em luz branca, vermelha e verde. Além disso, a música também oscilava entre uma melodia para um som seco. A conclusão foi que a percepção do vinho foi leve e fresco em luz verde e som mais seco, e mais prazeroso com a cor vermelha e melodia.

Spance percebeu que as pessoas podem sentir diferentes sabores quando degustam bebidas ouvindo determinadas músicas. Concluiu que notas de piano são associadas a aromas de frutas vermelhas e baunilha, já o som mais pesado remete a aromas almiscarados.

O grande destaque da pesquisa foi nos testes às cegas, o mesmo rótulo servido sob influência de músicas diferentes, foram descritos como vinhos diferentes.

Fique atento a todos os detalhes. Não deixe que uma luz errada ou uma música mal escolhida interfira minimamente em todo o prazer que temos ao brindarmos com os nossos vinhos favoritos.

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Pokémon Go e vinhos

Pokémon Go, um jogo eletrônico voltado para smartphones, lançado em julho – lançamento no Brasil em agosto -, utiliza  GPS, câmera e faz com que os jogadores persigam os Pokémons no mundo real com escala multiplicada.

Bastante elogiado pelo incentivo à aventura na realidade e promoção de atividade física, rapidamente se tornou um dos aplicativos mais baixados de todos os tempos.

Como todo sucesso, Pokémon Go gerou transtornos e controvérsias já que é acusado de ser causador de acidentes de trânsito, perturbação da ordem pública e até assaltos, nos EUA e na Inglaterra.

Aproveitando a febre mundial, algumas vinícolas estão divulgando seus rótulos aproveitando o aparecimento de alguns pokémons virtuais em seus vinhedos. Eles também apareceram em nossa loja gastrobar!

O sucesso só aumenta e já está sendo proposta a versão Pokémon go plus, que alerta os usuários sobre outros pokémons que estão nas proximidades.

Vamos aguardar!

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Como em Amores Roubados, renda-se ao vinho nordestino

A consagrada minissérie global, Amores Roubados, chamou atenção pelas belíssimas paisagens do nordeste e pelos vinhos que, mais do que compor as cenas, eram quase personagens da trama.

A prova disso é que para viver Leandro, Cauã Reymond fez 17 horas de curso da Associação Brasileira de Sommeliers e, durante a série, “ele” pôs em prática os ensinamentos que aprendeu, como na cena que ilustra esta matéria, ao vendar a personagem de Patrícia Pilar para ensiná-la a degustar a bebida.

Os negativos, cheios de preciosismos, apontaram algumas gafes que a minissérie cometeu em relação aos vinhos, mas nós comemoramos o mais importante: ela chamou a atenção para o que poucos sabiam ao mostrar que o nordeste produz vinhos de alta qualidade atestada internacionalmente.

Grande parte da minissérie foi ambientada em Pernambuco, no Vale de São Francisco, na vitinícola Santa Maria Rio Sol. A Rio Sol possui cerca de 20 tipos de uvas, como Merlot, Touriga, Carbenet Sauvignon, em seus 200 hectares de área plantada. Seus vinhos são reconhecidos internacionalmente http://www.vinibrasil.com.br/2014/premio/ .

Para a equipe da emissora montar os cenários, a vitinícola parou sua produção durante 15 dias. Prejuízo? Investimento! Depois que foi ao ar as cenas ardentes de Amores Roubados, o reconhecimento e retorno foram imediatos. A Rio Sol agora faz parte do roteiro de grande parte dos turistas que passeiam pelo nordeste do país, e a bebida só pode ser uma: rótulos da Rio Sol.

A população da cidade e os trabalhadores da vitinícola falam com orgulho dos seus hospedes globais que, durante as filmagens, claro, experimentaram estes tão famosos vinhos. O que poucos sabem é que a opção pelos rótulos da Rio Sol não foi feita apenas in loco, todos os eventos relacionados a minissérie, inclusive em sua festa de lançamento, os vinhos servidos foram da Rio Sol.

Não deixe de experimentar também os rótulos da vitinícola e tantos outros rótulos nordestinos que nos dão tanto orgulho.

Rio Sol Rose
PE: Rio Sol Brut Rosé
Rio Sol Reserva Tinto
PE: Rio Sol Reserva Tinto
PE: Rio Sol Brut
PE: Rio Sol Brut
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Dory, memória e vinho

Um dos filmes mais esperados do ano, Procurando Dory, lançado dia 30 de junho nos cinemas de todo o Brasil, foca na amnésia de uma das personagens mais queridas do filme antecessor, Procurando Nemo.

Dory, a alegre e animada peixinha azul, foi a parceira de Marlin, pai de Nemo, na busca por seu filho. Apesar da grande ajuda na procura, ela também foi um obstáculo devido a sua recorrente perda de memória, fazendo com que Marlin tivesse que recontar e reconecta-la o tempo todo com o foco da aventura.

O objetivo da recente sequência é Dory reencontrar a sua própria família, e os seus companheiros do primeiro filme, claro, irão ajuda-la.

O sucesso da personagem foi tão grande que os amantes de vinhos de todo mundo juntaram em vários memes a famosa frase proferida durante uma forte ressaca “nunca mais vou beber” – que não dura mais do que o próximo final de semana – , com as divertidas perdas de memória de Dory.

O que muitos não sabem é que se a peixinha realmente tivesse o hábito de beber vinho tinto, ela poderia ter reduzido bastante estes esquecimentos que tanto nos matam de rir.

Perico basalto
SC: Pericó Basalto – ótimo vinho tinto para acompanhar massas e carnes

Isto porque pesquisadores de Berlim afirmaram que o resveratrol, antioxidante presente no vinho tinto, pode melhorar a memória.

Para conseguir esses resultados, os participantes da pesquisa tiverem seus cérebros escaneados, passaram por exames de sangue e diversos testes de memória. Metade destes voluntários receberam 200g de resveratrol por dia e a outra metade recebeu um placebo, que não tem nenhum efeito prático. O resultado foi que as  pessoas que consumiram o antioxidante do vinho apresentaram melhores lembranças de curto prazo, além de otimizar as conexões do cérebro com outras áreas responsáveis pela memória.

Para nós, do mundo real, esta é uma ótima notícia. Para o mundo da animação, achamos que Dory é perfeita como é. Vinho? Só se for para beber enquanto a assistimos nesta divertida aventura.

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Dica de etiqueta: quando você ganha um vinho, você deve abri-lo naquela ocasião?

Da minha adega ou da sua? 

Quem nunca passou por isso? Você recebe um convidado em sua casa e ele leva de presente um vinho. Daí você não sabe se deve abri-lo ou pode guarda-lo para outro momento. Qual é a opção certa?

Não existe uma resposta correta nos manuais de etiqueta. E, como em qualquer exame que já prestamos na vida e que não sabíamos a resposta, nos resta ir pela lógica e eliminação.

Se o vinho chegar refrigerado ou decantado, é quase certo que o convidado espera dividir o presente com você. Se a bebida vier em uma embalagem especial, provavelmente ele está deixando ao seu critério a decisão de quando consumi-lo.

Para não correr risco de chatear ninguém, recomendamos que ao receber um vinho de presente, você sempre leia o rótulo, comente as informações, seja da uva ou da região, e pergunte se quem te presenteou deseja experimentar uma dose.

Clique e veja as melhores opções de vinhos nacionais para não fazer feio como anfitrião ou como convidado.