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Vinhos e anticoncepcionais

Vinho espumante é o tipo predileto entre as mulheres, mas algumas dúvidas ainda aparecem, como a mistura de álcool e a pílula.

A boa notícia é que não há nenhum problema em consumir vinho, ou qualquer bebida alcóolica, junto com a pílula anticoncepcional. Não corta sua ação nem resulta em efeitos colaterais.

O único risco que você pode corre é beber demais e esquecer duas coisas:

  • tomar a pílula;
  • e que ela serve apenas para bloquear o processo de ovulação que evita a gravidez. Contra doenças sexualmente transmissíveis, use camisinha!

Brinde o fato de poder escolher quando e com quem!

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3 gerações de dedicação ao vinho: Vinícola Góes

Tudo começou no início do século XX com o casal Benedito de Moraes Góes e Maria das Dores de Lima Góes que lavraram terras em São Roque – SP – até encontrar um vale cujo solo montanhoso e clima seco e rigorosamente faziam brotar uma belíssima e promissora área para o plantio de uvas viti viníferas.

Enoturismo em São Roque - SP. Acervo Vinícola Góes
Enoturismo em São Roque – SP. Acervo Vinícola Góes

Em 1913 nasceu Gumercindo de Góes que viu a primeira safra dos seus pais, Benedito e Maria das Dores, ser colhida quando tinha apenas 7 anos de idade. Este é o marco inicial da vinícola de maior renome e que foi a percursora do enoturismo na região conhecida como Vale das Adegas no interior paulista.

Em 1938, iniciou a produção artesanal. Já em 1946, cerca de 1000 litros de seus vinhos eram transportados pela Estrada de Ferro Sorocabana. Em 1963, Gumercindo e seus filhos fundaram a Viti-Vinícola Góes. A marca foi uma homenagem ao sobrenome e às origens da família.

Salto qualitativo e vinho premiado

Acervo: Vinícola Góes
Acervo: Vinícola Góes

Hoje na terceira geração, a Vinícola Góes produz em torno de 10 milhões de litros ao ano e possui três unidades fabris, sendo duas em São Roque (SP), as quais contam com videiras próprias localizadas próximas ao complexo turístico da empresa, e a terceira em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, nascida da joint venture formada em 1989 com a família Venturini.

No total a empresa é constituída por 130 funcionários, sendo 90 na área industrial. O grupo é hoje administrado por filhos e netos do fundador, que agradecem as lições de vida deixadas por ele, prometendo seguir em frente com muito orgulho, muita determinação e muito carinho, os seus ensinamentos.

Seu novo e premiado rótulo, o Góes Tempos Philosophia da uva Cabernet Franc Reserva é um vinho tinto fino seco, produzido exclusivamente com uvas paulistas e reconhecido como o vinho mais representativo da safra 2014, em sua categoria, na 22ª Avaliação Nacional dos Vinhos (Bento Gonçalves, RS). 100% Cabernet Franc, cultivada na cidade de São Roque – SP.

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Por que o brasileiro não toma o próprio vinho?

Ando me indagando muito a respeito do fato do Brasil ganhar tantos prêmios internacionais atestando a qualidade dos seus vinhos e, mesmo assim, os brasileiros o consumirem tão pouco.

Para buscar respostas, resolvi analisar 4 variáveis: hábito, região, clima e qualidade.

HABITO: Em minhas pesquisas, e também mesmo sem estatísticas profissionais, observei que não temos o hábito de beber tanto vinho. Outras bebidas fazem muito mais parte das mesas dos brasileiros, basta observar.

Rio Sol Reserva Tinto
Vinícola portuguesa, produção em Pernambuco – R$ 60,00

A média per capita nacional de consumo de vinho é de 2 litros por ano. Se analisarmos separadamente, esta média aumenta e muito. Como no Rio Grande do Sul que, em média, 9 litros de vinho são consumidos por pessoa/ano. E na Serra Gaúcha, tradicional produtora de vinhos, a média sobe para 25 litros por pessoa.

REGIÃO: Pode se pensar que onde se produz vinho, se consome mais. Só que poucos sabem que o Brasil produz vinhos no Sul de Minas, em Goiás, nos interiores de São Paulo e Santa Catarina, no Paraná e no Nordeste. Sim! No Nordeste!!! Na divisa de Bahia e Pernambuco!

CLIMA: Mesmo assim, é fato que a média muda por região. Seria o clima? Também não me convenceu muito. Pensamos em sul do país e nos vem imagem de frio, mas também se faz temperaturas altíssimas por lá. Ontem mesmo a previsão para o RS era máxima de 37 graus!!

Além disso, os espumantes são ótimas opções para tempos quentes.

Cave Geisse Terroir Rose Brut
Cave Geisse, a vinícola ícone e mais premiada por sua qualidade – R$ 150,00

QUALIDADE: Falando em espumantes, chega a lógica que menos faz sentido pra mim. Muitas pessoas dizem que como o Champagne não há. Ok. O Champagne é o número 1. No entanto, o espumante brasileiro não fica atrás, como muitos acreditam, e está ganhando cada vez mais destaque pelo mundo. O nosso espumante tornou-se aposta de muitos especialista que ele dividirá o pódio com o primo francês.

Cabral, consultor de vinhos do Pão de Açúcar, afirma que daqui há 30 anos o espumante brasileiro será um dos dois melhores espumantes do mundo, acompanhado pelo Champagne.

Mesmo com prêmios e apostas, há quem continue entortando o nariz. Para entender melhor, fui então analisar a bebida queridinha do Brasil. Não, nem fui na cerveja, fui no café mesmo! O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, e o segundo maior consumidor da bebida. Só que, de acordo com matéria do Uol Economia Agronegócio, das 47 milhões de sacas consumidas, só 5 milhões possuem alto padrão de qualidade. A matéria afirma que o Brasil, comprovadamente, aceita baixo padrão e qualidade no café. Na bebida que ele toma todo o santo dia!!!, várias vezes ao dia.

Pizzato Chardonnay
Servido na classe executiva da KLM e exportado para Estados Unidos, Reino Unido e Holanda

É muito comum falarmos – indignados – que produzimos o melhor grão de café, exportamos, e depois não conseguimos pagar pelo nosso próprio produto!

Mas então pera aí. Produzimos uns dos melhores cafés, os exportamos e consumimos os piores. E tudo bem. Mas os vinhos que produzimos, exportamos, ganham prêmios, são servidos em eventos no mundo todo, a gente vira o nariz? Quando a qualidade é atestada no Brasil e no exterior, a gente, mesmo assim, quer o que vem de fora?

É… continuei sem entender quem torce o nariz antes de conhecer. Só que durante o tempo que escrevo esse texto, as vendas dos vinhos brasileiros aumentam. Inclusive a sua produção. Se bobear, já estou defasada em relação ás estatísticas. Cada vez mais o brasileiro está tendo o hábito do espumante em praias e clubes, por exemplo. Aos poucos, as pessoas vão conhecendo nossos tintos, brancos e rosés, sim!, produzimos, também, os três, além dos famosos espumantes!!!

E se você ainda não se convenceu, venha conversar com a gente em nossa loja e gastrobar a partir do dia 27/04/2016, e entender porque apostamos fichas e sonhos no nosso vinho nacional!

Se está com pressa, a nossa loja virtual está á sua disposição. Preços justos e entrega rápida!

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Vallontano: Vinhos nobres

A Vallontano iniciou suas atividades no ano de 1999 no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. A proposta da Vallontano é a de trabalhar com métodos não intervencionistas preservando as características conferidas pelo solo e pelo clima de seus vinhedos, respeitando assim seu terroir.

Acervo pessoal: Café Vallontano no inverno
Acervo pessoal: Café Vallontano no inverno

Atualmente são produzidas 45 mil garrafas de vinhos finos e espumantes por ano, entre eles, o reconhecido 100% Merlot Reserva 2008, um jovial e refrescante vinho branco feito 100% com uvas chardonnay e o Espumante LH Zanini Extra Brut elaborado com uvas chardonnay e pinot noir (sempre em destaque entre os melhores espumantes brasileiros!)

Na Vallontano, prima-se pela técnica e pelo conhecimento em detrimento da tecnologia. Segundo o seu enólogo, Luís Henrique Zanini: “Vinho é arte, é poesia, é expressão da personalidade. Para ser um vinhateiro é preciso sensibilidade, é preciso humanidade. De nada adianta mestrados e doutorados, se perdermos nossa identidade.”

vallontano-merlot

Uma das grandes expressões da vinícola é o seu vinho Merlot Reserva 2008 com passagem em barricas de carvalho francesas por 8 meses e elaborado seguinte as tradições da vinícola. Apenas 8.500 garrafas foram produzidas e expressam o que há de melhor da safra 2008 na região sul do país. Este vinho é uma ótima harmonização com Massas, frango, porco, queijos macios como Brie ou Camembert e queijos azuis como Gorgonzola e Roquefort.

Quando você for visitar o Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves não deixe de parar na vinícola e aproveitar o tempo no Vallontano Café, um espaço sempre aberto para renovar as energias, conhecer a linha de produtos e aproveitar uma pausa no meio do seu dia para seguir o passeio pelas vinícolas do vale.

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Aurora: 1.100 famílias apaixonadas pelo vinho

A Vinícola Aurora é uma cooperativa, fundada em 1931 por 16 famílias produtoras de uva e de vinho que se uniram para ganhar força e valorizar as suas produções. Após a celebração da festa de Nossa Senhora de Lourdes, um grupo de 21 homens, que representavam essas 16 famílias produtoras decidiu que aquele seria o dia da fundação da cooperativa. Sentaram-se sob uma árvore frondosa, à beira de um riacho em busca de sombra nesse dia de alto verão, e ali sacramentaram a união. O nome surgiu naturalmente: o sol nascera há pouco e sugeria àqueles homens o início de tudo, o começo de um futuro iluminado.

 

Acervo: Vinícola Aurora
Acervo: Vinícola Aurora

A Aurora é a vinícola brasileira mais premiada nos concursos internacionais de vinhos, que acontecem durante o ano nos diferentes países. São mais de 540 medalhas conquistadas.
Por três anos consecutivos (2014, 2015 e 2016) possui dois rótulos na relação TOP 100 do mundo, uma seleção feita pela Associação Mundial dos Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores, com sede na Europa, que se baseia no desempenho de milhares de vinhos nos mais de 80 grandes concursos internacionais do mundo.

 

É a maior vinícola do Brasil e está presente em todo o mercado brasileiro. Seu portfólio tem produtos para todos os perfis de consumidores, seja o iniciante, o recém-iniciado ou o grande conhecedor.

Aurora Pinto Bandeira - Janeiro 2012 - Créditos Fernando Zanchetti
Aurora Pinto Bandeira – Janeiro 2012 – Créditos Fernando Zanchetti

A Vinícola Aurora está sediada na zona urbana de Bento Gonçalves, a capital brasileira da uva e do vinho, com duas unidades produtoras. Os vinhedos, cerca de 2.800 hectares, compõem as propriedades das 1.100 famílias cooperadas e estão situados nas zonas rurais de Bento Gonçalves e vários de seus distritos e municípios próximos, como Garibaldi, Farroupilha, Veranópolis.

 

 

Aurora Pinto Bandeira - Janeiro 2012 - Créditos Fernando Zanchetti
Aurora Pinto Bandeira – Janeiro 2012 – Créditos Fernando Zanchetti

Além das propriedades dos cooperados, a Aurora faz seu trabalho de terroir na Aurora Pinto Bandeira, uma área de 24 hectares, dos quais 16 são cultivados, que pertence à Cooperativa (e não a um cooperado). Ali são cultivadas as variedades Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico, produção exclusiva para a elaboração dos vinhos com Indicação de Procedência Pinto Bandeira, a segunda região demarcada de vinhos do Brasil. É exatamente desta região que são produzidos os melhores espumantes brasileiros e com indicação geográfica de procedência!

Aurora Espumante Pinoy NoirAurora ChardonnayA vinícola conta mais de 200 itens no portfólio da vinícola, com rótulos de 13 marcas. A produção total, considerando todos os produtos, é de 50 milhões de litros/ano. Seu enólogo-chefe, Flávio Zílio, acaba de ser eleito por todos os enólogos do Brasil o ” Enólogo do Ano 2016″, pela sua grande contribuição pelo desenvolvimento dos vinhos brasileiros de qualidade e pela qualidade que imprime em todos os produtos que assina, independente do preço com que chegam às prateleiras e da faixa de consumo a que se destinam.

 

 

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Cave Geisse: o Brasil entre os Top Mundo

Todos nós gostaríamos de ter um currículo como este:
– Recentemente nomeada Vinícola do Ano do Novo Mundo pela principal revista Americana especializada em Vinhos, “Wine Enthusiast”
– Cave Geisse é o único produto brasileiro indicado no famoso livro “1001 vinhos para se beber antes de Morrer”
– Cave Geisse Terroir é o único espumante brasileiro listado no Atlas do Vinho de Jancis Robinson (UK) – uma das principais influências do mundo do vinho junto com Robert Parker (USA)

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Acervo: Cave Geisse

Conheça a Família Geisse: quem projetou o espumante brasileiro para o mundo!
Os Geisse escolheram a região de Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, para fincar suas raízes e iniciar uma história de tradição e amor na elaboração de  espumantes premium, trabalhando um terroir demarcado e selecionado pela suas características singulares e ideais para produção das variedades Chardonnay e Pinot Noir.

O fundador da vinícola, Sr. Mário Geisse, chega ao Brasil no final dos anos 70 quando recebeu o convite da Moët & Chandon para abrir o mercado na América Latina. Passado alguns anos no Brasil, Mario Geisse, escolheu a região de Pinto Bandeira para fincar suas raízes e iniciar uma história de tradição e amor na elaboração de  espumantes premium.

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Acervo: Cave Geisse

No final dos anos 90, seus filhos foram se incorporando em diferentes área do negócio para dar sequência ao trabalho e projetar o vinho brasileiro para o mundo!

Conhecendo Pinto Bandeira, o terroir brasileiro para espumantes elaborados a base de Chardonnay e Pinot  Noir
Os vinhedos Geisse estão plantados em uma área demarcada em virtude de características específicas: altitudes acima dos 700m, com exposições norte e solos de origem basáltica da era Juro-Cretácea, que permitem excelentes níveis de drenagem além de proporcionarem características singulares aos espumantes, atualmente considerada uma das melhores regiões do mundo para se elaborar espumantes de alto nível.

Atualmente são elaborados 12 espumantes diferentes entre as duas marcas, Cave Geisse e Cave Amadeu, com uma produção total anual de 230.000 garrafas anos, todas pelo método tradicional – como se faz na região francesa de Champagne!

Sustentabilidade como diferencial produtivo
Os espumantes Cave Geisse são elaborados com uvas provenientes 100% de vinhedos próprios, ecologicamente corretos, conduzidos de maneira sustentável e sem resíduos químicos prejudiciais a saúde.
A Vinícola Geisse foi a pioneira na utilização do sitema TPC ( Thermal Pest Control) que permite o cuidado dos vinhedos sem utilização de agrotóxicos desde sua floração até a colheita, garantindo frutas livre de resíduos químicos prejudiciais a saúde e ainda com melhores resultados de qualidade, sem prejudicar o meio ambiente, diminuindo a utilização de água e consequentemente a contaminação dos solos e lençóis freáticos.

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Os mais premiados rótulos da linha Cave Geisse são encontrados aqui:

Cave Geisse Blanc de Noir
Cave Geisse Extra Brut
Cave Geisse Amadeu Rosé Brut
Cave Geisse Amadeu Brut
Cave Geisse Espumante Nature
Cave Geisse Terroir Rosé Brut

Para saber mais: www.cavegeisse.com.br

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Luiz Argenta: tecnologia e sofisticação

No distante ano de 1931, na cidade de Flores da Cunha, foram plantadas as primeiras uvas viníferas do Brasil. A histórica propriedade de 140 hectares que pertencia a antiga Granja União desde 1929, pioneira na produção de vinhos finos no Brasil foi adquirida pelos irmãos Deunir e Itacir Argenta em 1999.

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Acervo Luiz Argenta

Os vinhedos foram replantados, com importação de mudas da Europa, e hoje a propriedade conta com 16 variedades diferentes de uvas viníferas, como por exemplo Cabernet Franc, Syrah, Viogner, Gewurztraminer, Sauvignon Blanc, Riesling, entre outras. Trata-se de uma área de 55 hectares de uvas viníferas, sendo que todos os vinhos da Luiz Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos.

A vinícola, por ter uma arquitetura diferenciada, recebeu o título de a mais bela vinícola do Brasil, votação feita pelo site especializado enoblogs.com.br em 2012, e o título de uma das mais belas vinícolas do Mundo, pela revista especializada ADEGA em 2010. Você pode conhecer a vinícola de inúmeras formas, desde uma visita com degustação, tour pela estrutura da vinícola, Enotur acompanhado pelo enólogo, Piquenique e Wine Day, previamente agendado para proporcionar experiências inesquecíveis aos visitantes.

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Acervo Luiz Argenta

Após a colheita, a preocupação em preservar ao máximo as qualidades intrínsecas das uvas, ganha contornos de preciosismo. Para não sofrerem agressões mecânicas, elas passam pelo sistema de vinificação por gravidade, que não danifica a baga da uva e não quebra as suas sementes, ganhando em qualidade para o vinho.

A fermentação dos vinhos é feita apenas em tanques de aço inox, com cintas térmicas que garantem o controle de temperatura. O envelhecimento no carvalho são feitos em barricas de carvalho francês.

A Luiz Argenta também investe no design de seus produtos. Os produtos da linha L.A. Jovem estão embalados em garrafas italianas exclusivas, tornando os seus produtos ainda mais sofisticados e únicos. Estas garrafas são utilizadas apenas na linha dos vinhos jovens da vinícola por serem vinhos de consumo rápido e não precisarem ser armazenadas — devido ao formato destas garrafas serem de difícil adaptação em adegas convencionais.

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Divulgação: Luiz Argenta

Estas garrafas também seguem o conceito de sustentabilidade da vinícola, pois elas podem facilmente serem reutilizadas como objeto de decoração, ou o que mais a imaginação permitir.

Visite o site da vinícola em: www.luizargenta.com.br

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O primeiro vinho da Aurora com Indicação de Procedência

Antes mesmo de começar a falar do nosso próximo “queridinho”, o vinho Aurora Chardonnay – Pinto Bandeira 2014, gostaríamos de reforçar que, às vezes, é preciso quebrar alguns paradigmas para descobrir um bom vinho.

E tem mais, se não dermos a chance para o novo ou para desfazer certos conceitos, ou pré-conceitos, nunca estaríamos aqui oferecendo um vinho da Aurora. Mas o Red é a favor do novo e principalmente de quem se renova, afinal, o brasileiro já sabe apreciar um bom vinho independente da classe social, já não somos mais daqueles que toma qualquer tipo de vinho e acha bom.

Apesar da retração econômica, o brasileiro vem agregando o vinho à sua mesa e o resultado disso é que em 2015, segundo o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), o setor apresentou crescimento de 6,9% no volume dos derivados da uva. Para os espumantes o crescimento foi de 11,9% e dos sucos de uva prontos para consumo, índice 30,5% maior em relação a 2014.

De olho no mercado, a Aurora, líder de vendas e de exportações de vinhos no país, também começou a produzir vinhos em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, segunda região do Brasil demarcada a conquistar Indicação de Procedência (IP), a primeira delas é o Vale dos Vinhedos.

O resultado desse primeiro vinho da Aurora com o selo da IP de Pinto Bandeira foi surpreendente. O Aurora Chardonnay dessa região nos conquistou pelo aroma, sabor e pela alta qualidade. Um excelente chardonnay, jovem, frutado e bem persistente. Um grande presente para os brasileiros, principalmente pelo bom custo-benefício.

Sim, é possível produzir vinhos bons e baratos no Brasil. Não perca a chance de provar e vai entender bem sobre o que estamos falando.

Aurora Chardonnay

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Clube de vinhos: Brasil x Argentina

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don-guerinogouguenheimNeste mês preparamos para a Batalha de Países: um vinho rosé brasileiro, elaborado com a uva Malbec, com procedência de Alto Feliz – RS, na Serra Gaúcha, a maior e mais tradicional região vinícola do Brasil…
…. E um vinho, também rosé e da uva Malbec, com origem na região de Mendoza – onde encontramos a maior expressão da famosa uva Malbec em todo o mundo!

Queremos desafiar vocês, nossos queridos amigos e clientes, a descobrir e avaliar diferentes produtos, todos com alta qualidade e reconhecidos em seus países ou em todo o mundo.

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