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Vinhedos Capoani: vinhos para a alma

A referência “vinícola boutique” faz mais sentido quando conhecemos a história e os produtos da Vinhedos Capoani. Ainda que a vinícola não incorpore o rótulo “boutique” em sua marca, acreditamos que ela representa bem o que melhor há no conceito:

– Apenas 13 hectares de plantação: com 6 castas, sendo as principais Merlot, Chardonnay, Pinot Noir e Gamay!
– Produção média por rótulo de apenas 3 mil garrafas anualmente!
– Design arrojado de suas garrafas.
– Vinhos de forte personalidade e feitos para tornarem-se lembranças para a alma.

A história se inicia em 1973 quando Volmir Luis Capoani plantou as primeiras videiras em Bente Gonçalves e ao longo de mais de 3 décadas forneceu uvas para importantes vinícolas brasileiras. Em 2009, com o falecimento de Volmir, seu filho, Noemir Capoani e seus netos William e Renan, assumem a gestão da vinícola e iniciam o projeto de produção do próprio vinho – um antigo sonho da família Capoani.

Acervo: Vinhedos Capoani
Acervo: Vinhedos Capoani

 

A vinícola está localizada em Bento Gonçalves e os vinhedos divididos entre Bento Gonçalves e Monte Belo do Sul (logo do lado de Bento) também localizada no Vale dos Vinhedos.

O sistema de condução das videiras é 100% espaldeiras e os vinhedos mais antigos possuem 15 anos, enquanto os mais novos 5 anos. Estão localizados em terras não muito altas, de 600 metros de altitude e em solos de características argilosas, baixa fertilidade e baixo teor de matéria orgânica. Uma excelente combinação para proporcionar uvas com alta concentração de açúcar e ideais para passar pelo processo de fermentação.

Em sua essência a Vinhedos Capoani busca a elaboração de vinhos e espumantes, explorando a identidade regional com olhar nas aspirações dos consumidores modernos que buscam produtos com atitude inovadora.

capoani-gamay-nouveau

 

Uma prova da atitude inovadora da vinícola é o seu rótulo de gamay. Um vinho jovem, perfeito para o verão brasileiro. Sua temperatura ideal de serviço é 11 graus, sendo um vinho agradável e com todas as boas características da casta, como se encontram nos seus melhores pares franceses.

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Dica da semana: Você já conhece a uva Gamay?

Dal Pizzol Gamay Beaujolais
RS: Dal Pizzol uva Gamay

Uma das garrafas mais queridas da loja RED BUTECO DE VINHOS brasileiros é da vinícola Dal Pizzol da uva Gamay, produzida no distrito de Farias Lemos, em Bento Gonçalves. É um vinho tinto seco e frutoso, de corpo leve e campeão de vendas e de sorrisos de satisfação tanto entre mulheres como homens que vem à nossa loja.

Recentemente nos foi indicada uma nova garrafa também de Gamay, porém com taninos mais suaves, da Vinícola Capoani, também elaborada no Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. A equipe RED está ansiosa para conhecer e poder apresentar o novo rótulo a todos seus clientes e amigos.

Abaixo um texto de um dos maiores especialistas em vinho do Brasil – ÁLVARO CÉZAR GALVÃO – que seguramente irá auxiliar você a conhecer mais sobre esta uva francesa que vem fazendo enorme sucesso em nossa loja de vinhos brasileiros em São Paulo.

Os vinhos da região de Beaujolais são ótimos para o clima brasileiro, quente o ano todo

Quem nunca provou um Beaujolais Nouveaux, um vinho que ganhou o mundo em virtude de uma boa cartada de marketing, e que vem melhorando muito em qualidade, precisa faze-lo.

Sempre na terceira quinta-feira do mês de Novembro este vinho é lançado ao mesmo tempo em todo o mundo consumidor, onde se lê e ouve a frase: Le Beaujolais Nouveaux est arrivée!

Mas não só de Nouveau vive a demarcação Beaujolais que tem além desta a, Beaujolais Villages, e os 10 Crus: Fleurie, Morgon, Moulin-à-Vent, Brouilly, Chénas, Côte de Brouilly, Régnié, Chiroubles, Juliénas, Saint-Amour.
Veja http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=207

Inter Beaujolais, que representa os 2.800 produtores da região, e que iniciou em 2012 um programa para promoção dos Vinhos do Beaujolais no Brasil, mostrando os terroirs distintos da região para os tintos varietais da casta Gamay, e que originam vinhos frutados e moderadamente tânicos, estarão presentes na Expovinis Brasil 2016 com os stands 71/72.

Os vinhos tintos do Beaujolais podem ser classificados por três tipicidades, segundo o próprio Inter Beaujolais, seguindo suas características definidas pelas análises sensoriais.
Os finos e perfumados (Brouilly, Chiroubles, Fleurie, Régnié, Saint-Amour).
Os intensos e generosos (Chénas, Côte de Brouilly, Juliénas, Morgon, Moulin-à-vent).
Os frutados e gastronômicos (Beaujolais branco, Beaujolais rose, Beaujolais tinto, Beaujolais Villages branco, Beaujolais Villages rose, Beaujolais Villages tinto).

Os crus du Beaujolais se degustam no próprio ano de sua safra a partir do dia 15 de Dezembro, mas ficam melhores se dermos à eles um descanso em garrafa de alguns meses, entrando pelo início do ano seguinte à safra, em geral após a Páscoa.
Alguns envelhecem bem, mas em geral é bom não guarda-los por mais de 7 a 10 anos, pois dependerá de cada safra e de cada denominação particular.

Os Beaujolais nouveaux e Beaujolais-Villages nouveaux se apreciam dos 12°C, uma temperatura na qual as definições gustativas e aromáticas são ótimas.

Os Beaujolais e Beaujolais-Villages se degustam, a 13°/14°C, mais refrescados que os Cru Beaujolais, sendo estes degustados ao redor dos 15º C ou pouco mais, a depender de quanto tempo estejam engarrafados, pois se mais “velhinhos”, podemos deixar a temperatura um pouco mais para cima, sem problemas.”

www.divinoguia.com.br